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quarta-feira, 20 de abril de 2011

O Corpo de Cristo...



O pão repartido na ceia representa a comunhão que os cristãos possuem com Cristo. O cálice e o pão foram instituídos em memória de Cristo, porém, cada cristão é uma memória viva daquilo que Deus realizou. Os cristãos são superiores aos cerimoniais instituídos por Cristo, pois Cristo é a cabeça da igreja ( Ef 5:23 ).

Cada cristão constitui o corpo de Cristo, ou melhor, o corpo de Cristo é constituído de pessoas que professam a Cristo segundo as Escrituras.
Quando Jesus partiu o pão, disse: “Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim” ( 1Co 11:24 ), ou seja, demonstrou por meio do pão que o seu corpo seria ‘partido’ entre os seus seguidores. Assim como cada discípulo estava com um pedaço do pão que fora partido, cada um deles em particular constituiria o corpo de Cristo.
O pão que foi partido por Cristo simbolizava o seu corpo, e todos que se alimentam de Cristo viverá por Ele, tornando-se o seu corpo ( Gl 2:20 ; Jo 6:57 ). Assim como cada pedaço do pão que estava nas mãos dos discípulos fazia parte do mesmo pão, cada um daqueles que crêem em Cristo faz parte do mesmo corpo. Cada um que tomar e comer da sua carne, constitui o seu corpo ( Jo 6:51 ; Jo 6:53 ).
É um erro entender que Jesus estava indicando o sacrifício do seu corpo quando disse: “isto é o meu corpo que é partido (entregue) por vós” ( 1Co 11:24 ), pois, neste evento Jesus estava tratando especificamente da constituição do seu corpo, como se organizaria a sua igreja. O corpo de Cristo seria cada um dos seus discípulos, ou seja.
Para fazer parte do corpo de Cristo é necessário comer da sua carne e beber do seu sangue. Como comer e beber de Cristo? Ora, qualquer que ouve e aprende de Deus come e bebe de Cristo (compare Jo 6:45 com Jo 6:51 e Is 55:2 e 3).
Todo aquele que ouviu e aprendeu de Deus ( Is 54:13 ), come e bebe o que é bom ( Is 55:3 ; Jo 6:45 ).
Com base no que Jesus anunciou na noite que partiu o pão ( 1Co 11:24 ), o apóstolo Paulo declarou: “Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão” ( 1Co 10:17 ).
O apóstolo demonstra que há muitos cristãos “Porque nós, sendo muitos…”, porém, todos são ‘um só pão e um só corpo’. Por que um só pão e um só corpo? Porque ao crer na ‘mensagem do evangelho’ todos os cristãos tornaram-se participantes do mesmo ‘pão’.
Ora, ser ‘participante do pão’ não é o mesmo que ‘participar do pão e do beber do cálice anunciando a morte do Senhor’. Ser participante do pão é comer da carne e beber do sangue de Cristo, ou seja, crer na mensagem do evangelho ( Jo 6:35 ).
Ora, é impossível ser participante do pão (corpo de Cristo) indignamente, porém, é possível ‘anunciar a morte do Senhor’ indignamente ( 1Co 11:26 com 1Co 11:29 ).
Conclui-se que cada cristão é o corpo de Cristo, ou seja, individualmente cada cristão é membro deste corpo ( 1Co 12:27 ). Por quê? Por que cada cristão foi batizado em um só Espírito, formando um só corpo: judeus, gregos, servos e livres. Todos beberam de um só Espírito ( 1Co 12:13 ).
Quando foram batizados e beberam de um só Espírito? Quando creram em Cristo segundo as Escrituras.
Como corpo de Cristo, cada cristão deve compreender que é superior as ordenanças (representação): cerimonial da ceia ou do batismo em águas.
Com relação a ceia do Senhor, cada cristãos deve ter em mente que, individualmente é membro do corpo de Cristo, porque é o pão, o corpo de Cristo ( 1Co 10:17 ). Cônscio desta verdade, o apóstolo Paulo argumenta: “Não é o cálice de bênção, que abençoamos, a comunhão do sangue de Cristo? E não é o pão que partimos a comunhão do corpo de Cristo?” ( 1Co 10:16 ).
Cada cristão deve compreender que o cálice da ceia distribuído nas reuniões solenes é abençoado por aqueles em comunhão do sangue de Cristo. O cálice de bênção é abençoado pelos cristãos, ou seja, o cálice somente representa o que se efetivou na vida dos cristãos.
O pão repartido na ceia representa a comunhão que os cristãos possuem com Cristo. O cálice e o pão foram instituídos em memória de Cristo, porém, cada cristão é uma memória viva daquilo que Deus realizou. Os cristãos são superiores aos cerimoniais instituídos por Cristo, pois Cristo é a cabeça da igreja ( Ef 5:23 ).
Há um só corpo e um só Espírito, e todos que creram tornaram-se participantes deste corpo ( Ef 4:4 ). Há um só Senhor, uma só fé (evangelho) e um só batismo ( Ef 4:5 ). De que batismo Paulo faz referência aos cristãos em Éfeso? Batismo em águas? Não! Ele aponta para o batismo na morte de Cristo, quando o homem torna-se o pão e o corpo ( Rm 6:4 ; 1Co 10:17 ).
Há um só evangelho (fé), da mesma forma que há um só batismo, ou seja, um só batismo na morte, pois todos que morreram com Cristo ressurgiram para uma viva esperança ( Cl 2:12 ). Ora, se alguém já ressuscitou com Cristo, jamais será batizado na morte de Cristo outra vez, porque foi batizado em um só corpo “…todos nós somos batizados em um corpo…” ( 1Co 12:13 ; Ef 4:5 ).
Por não compreender a extensão do que é ser o corpo de Cristo, muitos acreditam que as ordenanças do batismo e da ceia do Senhor são sagradas. Ora, o que é sagrado é o corpo de Cristo, pois assim demonstrou o apóstolo Paulo: “… pois o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado” ( 1Co 3:17 ).
Assim como o sábado da Antiga Aliança, as ordenanças da Nova Aliança foram estabelecidas por Cristo em função dos cristãos, e não os cristãos em função das ordenanças ( Mc 2:27 ). A ceia foi instituída em memória de Cristo, pois todas as vezes que beber e comer em memória de Cristo, os cristãos anunciam a morte de Cristo.
A realização das ordenanças não transmite bênçãos ou concede graça. Nada há de miraculoso ou misterioso. Porém, algumas instituições acabam por ‘institucionalizar’ as ordenanças de Cristo, conferindo valor diverso daquele que Cristo deixou.
Transformar as ordenanças de Cristo em praticas ritualísticas e formalistas é distorcer a idéia bíblica. Crer que o batismo cristão é a imersão ou aspersão de água não é o mesmo que crer que o cristão é batizado na morte de Cristo, no momento que crê na mensagem do evangelho ( Cl 2:12 ; Rm 6:4 ).
Todos os cristãos devem estar esclarecidos que ingressaram no corpo de Cristo quando creram na mensagem do evangelho. Quando creram foram batizados ( 1Co 12:13 ), e tornaram-se um só pão e um só corpo ( 1Co 10:17 ), pois beberam do sangue e comeram do corpo de Cristo ( Jo 6:56 ).
Quando come a carne e bebe o sangue de Cristo, o cristão é sepultado com Ele, ou seja, é batizado na morte de Cristo, e, depois, é submetido ao batismo em águas.
Primeiro o cristão come da carne e bebe do sangue de Cristo, e, depois anuncia a morte do Senhor através da ceia.
Evidenciar a verdade do evangelho é essencial aos cristãos para que não sejam levados pela astucia de homens que induzem ao erro ( Ef 4:14 ).

terça-feira, 19 de abril de 2011

"Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós..."



A morte de Jesus na cruz do Calvário é a prova do eterno, imutável e inescrutável amor de Deus por um mundo perdido – por cada um de nós! O sangue derramado de Jesus é a garantia do amor de Deus para com as pessoas sobrecarregadas de culpa e distantes dEle: "Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores" (Romanos 5.8).

O Senhor é amor em Si mesmo; amor é uma característica do Seu ser. Por isso Ele não pode separar-se do Seu amor. Esse amor começou quando Deus começou – e Ele não tem começo nem fim. Alguém o formulou desta maneira: "Deus é o que é, principalmente por Seu amor." O próprio Senhor diz: "Com amor eterno eu te amei" (Jeremias 31.3). Portanto, não há uma só pessoa vivendo sobre a face da terra que não seja amada por Deus.

O amor que Ele tem por nós não é um amor volúvel e inconstante, mas um amor eterno. Quando você abre seus olhos pela manhã e quando os fecha ao dormir, seu primeiro e seu último pensamento devem ser: "Sou aceito por Deus e amado por Ele com amor eterno!"

Romanos 8.38-39 nos mostra toda a abrangência e a grandeza desse amor: "Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor".

terça-feira, 5 de abril de 2011

Tsunami: "A Profecia"

 

“Algumas pessoas querem saber como é o inferno. Bem, eu acho que se pode imaginar como ele seja pelo que se vê por aqui”.


Keith Lambert, voluntário inglês em Phuket, na Tailândia.
Revista Veja – 13/0

“Lembrai-vos que eu sou o Deus, e não há outro semelhante a mim;
que desde o princípio anuncio o que há de acontecer”.
(Isaías 46:9)

Parecia apenas mais um dia ensolarado em Phi Phi, uma minúscula ilha localizada na Tailândia. Turistas de vários países aproveitavam o fim de ano, num cenário de areias brancas e constante céu azul.
Tudo acontecia como de costume quando, inexplicavelmente, as ondas recuaram ao interior do Oceano. Apesar do espanto, muitas pessoas correram em direção ao mar, a fim de coletar os peixes deixados na areia.
Numa questão de segundos, o inesperado aconteceu: uma gigantesca parede azul de mais de 10 metros de altura, avançava em direção aos banhistas, na impressionante velocidade de 800 km/h. O desastre que chocaria o mundo todo estava apenas começando.
“Vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares; porém, tudo isto é o princípio das dores”.
(Mateus 24:6-8)
O fenômeno conhecido como tsunami – palavra de origem japonesa que quer dizer onda gigante – devastou grande parte da Ásia e da África, trazendo luto não apenas aos 15 países destruídos como a todos os continentes da Terra.
“... e houve grande terremoto, como nunca tinha havido desde que há homens sobre a terra; tal foi este grande terremoto”.
(Apocalipse 16:18)
O tsunami é um terremoto no mar, um maremoto. As balsas de rocha sob o Oceano Índico se chocaram, e a água oceânica criou a onda tsunami.
Foi o mais intenso terremoto já visto pela raça humana, alcançando 9 graus na escala Richter. A tragédia do dia 26 de dezembro de 2004 foi a mais impressionante da história, segundo dados fornecidos pela ONU (Organização das Nações Unidas).
Para se ter uma idéia da grandiosidade do desastre, a energia total liberada pelo vento foi equivalente ao poder de destruição de 37 mil bombas atômicas de Hiroshima.
“Haverá sinais sobre a terra e angústia entre as nações por causa do bramido do mar e das ondas”.
(Lucas 21:25)
O número de mortos ainda é impreciso, mas, devido à densidade populacional altíssima e à grande leva de turistas nesta época do ano, estima-se que já são mais de 280 mil vítimas fatais.
“haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares”.
(Lucas 21:11)
Mais que o luto pelas centenas de milhares de vidas que tão rápida e repentinamente foram ceifadas, o mundo inteiro assiste com perplexidade a febre de epidemias e fome que assola as áreas atingidas pelo tsunami, sabendo que muitos outros milhares ainda perecerão.

“Assim, também, quando virdes acontecerem estas coisas, sabei que está próximo o Reino de Deus”.
(Lucas 21:31)

“VOLTAREI”!
Que promessa do nosso Senhor! Cristo fez essa afirmação, na semana de sua crucificação, declarando a importante verdade de que o Messias viria duas vezes à Terra.
A fé dos cristãos confronta várias religiões do mundo. Cada uma afirma seguir as revelações do deus ou dos deuses verdadeiros.
Algumas pessoas, ainda que bem intencionadas, insistem que os deuses de todas as religiões são simplesmente nomes diferentes do mesmo “ser” ou “força”.
Tal idéia é tão absurda como um homem declarar que todas as mulheres do mundo, não importa quais sejam seus nomes e identidades individuais, são uma e a mesma pessoa – e que cada uma delas é a sua esposa. Com certeza, a mulher com quem ele fosse casado não gostaria nada dessa “visão unificada”...
A profecia é o elemento ausente em todas as outras escrituras sagradas das religiões mundiais. Não é encontrada no Alcorão, nos Vedas hindus, no Bhagavad-Gita, no Livro de Mórmon, nos ditos de Buda... Em contraste, a profecia compreende 30 % da Bíblia, das quais a grande maioria já se cumpriu!

“Antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá.
Eu sou o Senhor e fora de mim não há salvador”.
(Isaías 43:10-11)
A tragédia do tsunami deveria, na verdade, apenas reforçar a fé do Povo de Deus!
A volta de Jesus está mais próxima do que se imagina!

QUANTO TEMPO NOS RESTA?
Jesus pode voltar agora – antes que eu termine esse artigo, ou antes de você terminar de lê-lo. Esse pensamento te traz alegria ou te enche de medo? A resposta honesta a essa pergunta só você pode dar. Peça orientação ao Espírito Santo para conhecer a vontade de Deus para sua vida.
Em outras palavras, façamos com que o cumprimento de tantas profecias nos sirva de influência motivadora na busca de uma vida santa e incentive nosso senso de urgência na propagação do Evangelho de Cristo.
“Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será”?
(Lucas 12:20)
Não se engane! A escolha real que encaramos todos os momentos é entre a vontade do homem, e a vontade de Deus.
Que a convicção do retorno eminente de nosso Salvador se torne nossa maior alegria e razão para a busca de santificação. Vigiemos, portanto, e oremos!

JESUS ESTÁ VOLTANDO!