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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A Liberdade só Existe com Lei e Poder...Pense Nisso!



Liberdade e lei (pela qual a liberdade é limitada) são os dois eixos em torno dos quais gira a legislação civil. Mas, a fim de que a lei seja eficaz, em vez de ser uma simples recomendação, deve ser acrescentado um meio-termo, o poder, que, ligado aos princípios da liberdade, garanta o sucesso dos da lei. É possível conceber apenas quatro formas de combinação desse único elemento com os dois primeiros:
A. Lei e liberdade sem poder (Anarquia).
B. Lei e poder sem liberdade (Despotismo).
C. Poder sem liberdade nem lei (Barbárie).
D. Poder com liberdade e lei (República).

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

O Administrador como Político!





A maioria dos nossos intelectuais ainda acredita que o mundo é controlado por "empresários", pelos "donos do poder", por uma "classe dominante" preocupada exclusivamente em maximizar lucros e com seus próprios interesses. É um insulto à inteligência de seus leitores, alunos e à de todos os administradores formados deste país em particular desconhecer a revolução bem-sucedida que se concretizou no século XX no mundo inteiro. Fruto dessa revolução, conseguimos a derrota definitiva dos empresários, o grande sonho de Karl Marx. Essa revolução foi exaustivamente relatada nos livros do jornalista e administrador austríaco Peter Drucker, que infelizmente a maioria dos intelectuais da América Latina jamais se interessou em ler. Uma revolução que infelizmente ainda está em processo no Brasil, e ainda pode ser sabotada pelos mesmos intelectuais.

Ao longo do século XX, os empresários do mundo inteiro foram sendo lentamente substituídos por um grupo de revolucionários que, sem derramamento de sangue, tomaram o poder das empresas. Refiro-me a um novo protagonista da história, os administradores profissionais, os gestores sociais, pessoas especialmente treinadas para conciliar os interesses conflitantes entre clientes, fornecedores, acionistas, trabalhadores, ecologistas, ONGs e governo. O acionista majoritário, o famoso "empresário", deixou de ser o todo-poderoso e de administrar sua empresa em causa própria, à custa dos demais.

O novo tipo de empresa é o de "capital aberto" com milhares de acionistas que oferecem "capital social" para a sociedade. Essas empresas, listadas em bolsa, não têm dono, no sentido de que não são administradas pelos "donos", mas por administradores profissionais. Esses revolucionários humanizaram as empresas, tornando-as socialmente responsáveis, valorizaram fornecedores, clientes e trabalhadores.

O objetivo da empresa passou a ser servir à sociedade em geral, e não servir aos interesses de uma única família ou do Estado, a todo custo. Administradores não são de direita nem de esquerda, não defendem exclusivamente capitalistas ou somente os trabalhadores em detrimento dos demais. A preocupação é sempre defender o todo. Ao contrário do que acreditam até hoje os economistas e os intelectuais, administradores não maximizam lucros. Eles habilmente deixam os acionistas "satisfeitos", com a famosa fórmula de "dividendos mínimos", sistemáticos e crescentes, que aprendemos no primeiro ano da faculdade de administração.

Clientes, governo, trabalhadores, acionistas e fornecedores têm interesses conflitantes, que precisam ser adequadamente resolvidos por um mediador, que é a função política e moderna do administrador. Quando um desses grupos domina os demais, cessam a cooperação e o crescimento da empresa. Foi o que ocorreu com as estatais dominadas pelo Estado, com a Varig, dominada pelos funcionários, e com muitas empresas familiares comandadas pelo grupo majoritário. Aí, uma das partes da equação sempre controlará a empresa pensando em seu próprio interesse, em detrimento das demais. A função do administrador é justamente manter esses grupos heterogêneos nos seus devidos lugares.

Um administrador de empresa é antes de tudo um hábil político, um líder, um mediador e conciliador de conflitos. Ele sabe conciliar como ninguém as forças difusas e conflitantes que garantem o sucesso de uma empresa. São políticos que entendem de administração, ao contrário do que temos por aí. Em vez de torcer para que o próximo Congresso tenha deputados que possam eventualmente entender de administração, vamos eleger administradores que já entendam de política. Precisamos eleger somente 257 administradores para mudar este país, num ano em que se espera a maior renovação política da história. Faltam só seis meses para tornarmos este país eficiente, justo e bem administrado. Com crescimento, eficiência, redução de custos, auditoria e sem grupos de interesse prejudicando todos os demais.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Buscai primeiro o reino de Deus!







Buscai primeiro o reino de Deus (Mt VI, 24-34; Lc XII, 22-32)

Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom. Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário? Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas? E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura? E, quanto ao vestuário, por que andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam; E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles. Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe, e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pouca fé? Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos? (Porque todas estas coisas os gentios procuram). De certo vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas; Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Não vos inquieteis, pois, pelo dia amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal. (Mt 6:24-34)

E disse aos seus discípulos: Portanto vos digo: Não estejais apreensivos pela vossa vida, sobre o que comereis, nem pelo corpo, sobre o que vestireis. Mais é a vida do que o sustento, e o corpo mais do que as vestes. Considerai os corvos, que nem semeiam, nem segam, nem têm despensa nem celeiro, e Deus os alimenta; quanto mais valeis vós do que as aves? E qual de vós, sendo solícito, pode acrescentar um côvado à sua estatura? Pois, se nem ainda podeis as coisas mínimas, por que estais ansiosos pelas outras? Considerai os lírios, como eles crescem; não trabalham, nem fiam; e digo-vos que nem ainda Salomão, em toda a suaglória, se vestiu como um deles. E, se Deus assim veste a erva que hoje está no campo e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós, homens de pouca fé? Não pergunteis, pois, que haveis de comer, ou que haveis de beber, e não andeis inquietos. Porque as nações do mundo buscam todas essas coisas; mas vosso Paisabe que precisais delas. Buscai antes o reino de Deus, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Não temais, ó pequeno rebanho, porque a vosso Pai agradou dar-vos o reino. (Lc 12:22-32)

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Descaso Político e Engano Público. Brasil, ordem e progresso. Será???






As notícias da semana envolveram mais denúncias de Crimes contra a Administração Pública no Ministério dos Transportes... aliás, quem não é cínico sabe que está tudo como antes num reino podre que onde aperta sai secreção purulenta! As grandes estruturas de mídia no mundo estiveram voltadas para mais uma demonstração de intolerância religiosa e racial demonstrada nos mais de 70 assassinatos em Oslo... E o mundo musical sentiu a tristeza na tragédia das drogas destruindo totalmente a talentosa e sofrida Amy Winehouse. No Brasil, entre tantos fatos alarmantes, mais uma demonstração estarrecedora e vergonhosa de homofobia quase matando, por espancamento, um pai que abraçava carinhosamente o seu próprio filho!
A nossa querida Alagoas acordou mais um dia com a brutalidade da violência... Entre muitos e muitos outros casos, a Sra. Maria de Lourdes foi arrastada – da cama onde dormia com seus filhos pequeninos – e esquartejada em via pública de bairro residencial na periferia de Maceió. Os assassinos utilizaram o braço decepado da jovem para escrever numa parede – com o próprio sangue da vítima - a palavra “cabueta”, ou seja, delator do tráfico de drogas! As fotos são capazes de gerar mais do que indignação... na verdade promovem desolação e tristeza profunda. O conhecido site YouTube retirou de circulação o vídeo com a reportagem sobre este crime alegando “cenas de conteúdo chocante e repugnante” e o Twitter removia imediatamente todas as fotos do caso quando postadas.    
A Secretaria de Segurança Pública (Defesa Social ou qualquer nomenclatura que a ela seja dada) tem conhecimento que na mesma localidade desse crime brutal, com a mesma motivação e idêntico modus operandi (mata, esquarteja, degola e põe a cabeça da vítima numa estaca na mesma via pública) há poucos meses outros também foram assassinados. O que dizer em casos assim? Eu - como não sou dos esgotos dos ratos silenciosos que fingem educação e moderação porque são associados dos políticos ladrões - repito: Governos Covardes! Governos de Pusilanimidade! (Quem acha essa formulação exagerada veja as fotos e imagine a sua filha sendo a vítima!). O pior de tudo, é que nós sabemos que se esses crimes fossem com pessoas ricas (com todo respeito à dor do coração da mãe que perde um filho, pois independente de classe social é a mais intensa dor que há), os Governos já teriam montado uma verdadeira operação de guerra para destroçar o que pela frente passasse como suspeito dessa repugnante e macabra demonstração de violência.
Como as vítimas são muito pobres, “as autoridades” tratam como se fosse apenas mais um caso e certamente irá mesmo apenas compor as frias estatísticas oficiais, os estudos acadêmicos e as justificativas de necessidade de mais dinheiro público sem fiscalização. Enquanto isso, o Império do Medo continua se consolidando - e arregimentando o exército de mão-de-obra escrava em comunidades vulneráveis socialmente - com o apoio e a proteção das Muralhas de Impunidade construídas pelos Governantes omissos e cúmplices, e claro com a ajudinha cínica de muitos eleitores igualmente covardes!

É fato, que a situação de violência, em Alagoas e no Brasil, demonstra o total descontrole do Aparelho de Estado... não há Prevenção com Políticas Sociais, nem Repressão com o Aparato Policial, nem Recuperação e Reintegração Social nos Presídios e muito menos a articulação dessas ações como mecanismos essenciais para minimizar o dramático cotidiano de violência devastadora. Além do que, excetuando as corjas omissas e cúmplices dos Governos – Federal, Estaduais, Municipais – a população em geral reconhece que a Miséria Humana e a Impunidade são verdadeiras fábricas de criminalidade e barbárie social.
O mais difícil de suportar – para quem tem compromisso social e conhece as centenas de projetos e propostas alternativas que podem ser amplamente viabilizadas com eficácia – é identificarmos a inoperância, incompetência e insensibilidade em todas as áreas que deveriam atuar de forma integrada a curto, médio e longo prazo para minimizar o risco da banalização da violência. São conhecidas as Leis, Propostas e Projetos para Prevenção à Violência... da Educação, Música, Cultura, Esportes até a Capacitação Profissional e Arranjos Produtivos que possam dinamizar a economia local gerando emprego e renda e a estruturação das Polícias Comunitárias (incluindo as guardas Municipais); para a Repressão Qualificada... com Policiais Civis e Militares em condições dignas de trabalho e salário (e não essa desmoralização a que são submetidos pela precariedade cotidiana) até a utilização da alta tecnologia disponível, de baixo custo e grande eficácia nas investigações e na redução da letalidade policial; para a Recuperação e Reintegração Social dos(as) que estão nos Presídios ou em Restrição de Liberdade... com Escolarização, Capacitação Profissional, Estruturas Econômicas Auto-Sustentáveis até a Inserção no mercado de trabalho para superar as danosas experiências de quem vai ao presídio por pequenos delitos e lá acaba se transformando num lixo humano submetido à violência sexual e depósito de  hepatite, AIDS, tuberculose ou aprendiz de crimes infinitamente piores dos que motivaram a prisão e assim realimentando a barbárie.
Sei que muitos, aqui e alhures, vivem da frieza pragmática - seja como mecanismo de defesa para já não mais sofrer, seja para continuar usufruindo das súcias de vádios políticos (pleonasmo intencional!). Mas eu e muitos mais continuamos lutando e repetindo Saramago: “Se tens o coração de ferro, bom proveito. O meu fizeram-no de sangue e sangra todo dia!”

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Cinco habilidades que o mercado de trabalho busca!


Cada um de nós é uma colcha de retalhos de características, talentos, ideias e ideais, costurados por nossas experiências pessoais e profissionais. No entanto, alguns desses retalhos merecem um olhar especial dos empregadores, como mostra artigo da americana Vickie Elmer, que escreve sobre carreira e pequenas empresas no Washington Post.
Que aspectos da personalidade chamariam mais a atenção na hora de uma contratação, pergunta Vickie? Integridade seria um deles, pois certamente ajudaria o profissional a realizar um trabalho de gestão, diz pesquisa da Robert Half Management Resources feita, nos EUA, com 1.400 diretores financeiros. Um terço dos entrevistados cita a moral como a característica que mais buscam na preparação de futuros líderes.
Já a American Management Association aponta os “4 Cs” – comunicação, crítica, criatividade e colaboração – como as habilidades mais importantes para os empregadores. Liderança foi outro traço apontado por executivos e gerentes de RH nas entrevistas de emprego realizadas no ano passado nos Estados Unidos.
Em artigo publicado no site Glassdoor.com, Vickie aponta as competências mais visadas pelos gestores:
Habilidade de comunicação – o profissional precisa saber ouvir atentamente, fazer perguntas relevantes, resumir e transformar ideias e pensamentos em e-mails e notas nítidas, claras e diretas;
Integridade – Demonstre quem você é, defina seus valores e mostre sua honestidade. Viva de acordo com suas promessas e valores e saiba admitir os erros;
Adaptabilidade e criatividade – Lado a lado, essas duas habilidades ajudam a superar tempos difíceis e melhorar ainda mais os bons momentos. Mantenha-se engajado, aceite mudanças e enxergue novas ideias em toda parte;
Consideração e bondade – São traços da personalidade que demonstram seu comprometimento com seus colegas e sua inteligência emocional. Eles podem não aparecer na lista das principais habilidades, mas ajudam a realizar um bom trabalho em equipe. Incentivam a colaboração, a lealdade e a motivação entre os colaboradores;
Pensamento crítico- Utilize esta habilidade ao ficar diante de novas ideias e demandas. Hoje em dia, os profissionais precisam saber lidar com uma enxurrada de pedidos, problemas, e-mails, prazos e muito mais. Mantenha o foco, estratégia e tome decisões rápidas. Aproveite sua capacidade de tomar decisões e o faça rapidamente, mas analise cuidadosamente suas escolhas.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Tudo tem seu Tempo determinado para os planos de Deus.





"Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo
para todo o propósito debaixo do céu. ” (Eclesiastes 3:1)
Às vezes, passamos por momentos na vida que custamos a entender o que está acontecendo. Até imaginamos que não vamos conseguir suportar. Quando somos injustiçados, perseguidos, caluniados, desprezados, e o pior de tudo é quando essas coisas acontecem porque fomos mal interpretados ou porque somos invejados.
Mas, conforme a Palavra que lemos acima, para tudo tem um tempo determinado e a mentira nunca prevaleceu e jamais prevalecerá contra a verdade; por isso precisamos estar sempre na verdade que é Jesus: “ Eu sou o caminho a verdade e a vida. ” JO: 14:06.
Portanto, não importa a luta que você está passando. Ela vai terminar e, se você crer, esta luta vai terminar com a sua vitória em nome de Jesus! A Palavra de DEUS declara que nunca passaremos lutas além do que possamos suportar e DEUS conhece a nossa estrutura e sabe que somos pó, por isso, quando o SENHOR permite a luta Ele dá o escape. Se buscarmos na sua Palavra, sempre iremos encontrar consolo, forças e vigor para suportar as lutas até que elas passem e tudo venha a ser esclarecido.
Se você está passando por uma grande luta e não consegue compreender o que está acontecendo, deixa eu te contar uma ilustração.
Uma mulher tinha um filhinho de apenas cinco anos. Esta mulher era bordadeira. Uma vez, ela estava bordando e o seu filhinho estava brincando no chão da sala ao lado. Olhando para cima, ele viu aquele bordado pelo avesso e perguntou: "Mãe, o que a senhora está fazendo?". A mãe disse: "Estou bordando, filho". Ele pensou: "Que esquisito esse bordando". Não entendeu nada, pois via pelo lado avesso.
A sua mãe continuou trabalhando naquele bordado. Passados alguns dias, o filho olha para cima, ve aquele bordado pelo avesso e pergunta: "Mãe, o que a senhora está fazendo?". Ela respondeu: "Estou bordando." Ele não entendeu nada e pensou: "Que esquisito esse bordando".
Passados mais alguns dias, o filho, olhando para cima, perguntou: "Mãe, o que a senhora está fazendo? Ela respondeu: "Estou bordando, filho". Então, o filho pensou: "Que esquisito esse bordando", pois ele via pelo lado avesso e só via um emaranhado de linhas sem definição nenhuma.
Quando aquela mãe terminou o trabalho, ela chamou o seu filho e perguntou: "Você quer ver o que a mamãe fez?". E a criança disse: "Quero, quero!". Então, a mãe pegou o seu filho no colo e mostrou, agora pelo lado certo, pelo mesmo lado que ela estava vendo e trabalhando. O filho, quando viu aquela obra, os seus olhos se encheram de alegria e ele disse: "Mãe, que lindo o seu bordando!". Ela disse: "Não é bordando, filho. Agora, que está pronto, é bordado".
E  ela havia feito o desenho de uma fazenda: tinha casinha ,vaquinhas, cavalos, árvores e até um lago. Então, o filho percebeu que o que estava faltando para ele entender o desenho era ver pelo mesmo lado que a sua mãe estava vendo.
O que entendemos através desta história? Temos de procurar olhar para as lutas sabendo esperar o tempo de DEUS. Vemos que há tempo para tudo debaixo do Céu.
Às vezes, Deus está trabalhando em nossas vidas e não entendemos o que está acontecendo. Olhamos para cima e perguntamos: "Deus, o que o SENHOR está fazendo?" Mas, passado o tempo- e no momento certo -, entendemos que tudo o que aconteceu foi vontade de Deus e que Ele permitiu, para que aprendêssemos muitas lições de vida. Portanto, meu amado irmão, minha querida irmã, seja qual for a luta que você esteja enfrentando, confie no Senhor, porque Ele está no controle de sua vida.
Entregue nas mãos de Senhor a sua vida sentimental, financeira, conjugal, profissional e, acima de tudo, a sua vida espiritual e faça o que está escrito na primeira carta do apóstolo Pedro 05:06, “ Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte. “ . Então, faça como aquela criança. Espere o momento certo. Quando Deus completar a obra na sua vida, Ele vai te pegar no colo e vai te mostrar o resultado. As coisas vão ficar claras, você compreenderá que, apesar das lutas e problemas, o tempo todo o Senhor estava lutando ao seu favor.
Por isso, se você está sem Igreja para congregar, vá até a Paz e Vida mais próxima de você. Converse com o Pastor e faça a campanha das sete semanas de oração. Depois, é só contar a benção recebida do Senhor!
DEUS NOS ABENÇOE, EM NOME DE JESUS.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Sugestões para uma administração sintonizada com os novos tempos.




Concluída mais uma etapa do itinerário democrático – a quinta eleição direta para presidente desde a volta da democracia e o sétimo escrutínio, contando os dois turnos –, é hora de pensar em uma governança responsável, comprometida com o bem comum e o desenvolvimento do país. Como se constatou nos debates do segundo turno, propostas partidárias são menos relevantes do que compromissos assumidos pelos candidatos, o que nos leva à conclusão de que políticas governamentais são bem mais o reflexo do jogo entre o líder e as principais forças políticas do Congresso do que necessariamente o reflexo de documentos partidários preparados pelas suas equipes de campanha.


Na eleição de 2002, as propostas da “Carta ao Povo brasileiro” se distanciaram das posturas tradicionais do partido de origem. Em lugar de ruptura, respeito aos contratos; em lugar de magia econômica, responsabilidade fiscal; em lugar de denúncia do FMI, acomodação ao programa de ajuda; enfim, uma reviravolta que a muitos pareceu tática, mas que se revelou estratégica para a vitória e o governo ulterior.

Agora, uma nova vitória recomenda a adoção de propostas que devem contemplar, não posições partidárias, mas sim amplos interesses nacionais. O que se segue é um exercício propositivo e consistente com a vontade de mudanças, não tanto no estilo e no conteúdo da política econômica seguida nos últimos anos, mas sim em relação a velhas idéias e agendas ultrapassadas.

1. A orientação não é socialista, e sim reformista
A economia de mercado é a melhor forma de atender às necessidades básicas da população e o Estado deve concentrar-se no essencial, como segurança, educação, saúde e infra-estrutura, ademais de regras gerais para o bom funcionamento da economia de mercado (competição, estabilidade de políticas, abertura à inovação). As instituições regulatórias devem continuar sendo reforçadas para que a economia de mercado promova os interesses do maior número de cidadãos.

2. A política econômica continua responsável e pró-mercado
Da forma como ele atua, hoje, no Brasil, o Estado transformou-se, de equalizador de chances, no principal obstáculo a um processo sustentado de crescimento, uma vez que ele é um “despoupador” dos recursos privados, inviabilizando investimentos e mantendo uma maioria de cidadãos e empresas na informalidade. Quatro diretrizes são relevantes nesse âmbito: (a) macroeconomia estável: responsabilidade fiscal e combate à inflação, um imposto que atinge os pobres; (b) microeconomia aberta: competição, abertura ao empreendimento privado e bom ambiente para os negócios; (c) investimento maciço na qualidade dos recursos humanos, começando pelo ciclo básico e pelo ensino profissional: o critério relevante é a produtividade do trabalho, o que depende da educação; (d) abertura ao comércio e aos investimentos internacionais: a interdependência econômica é a que melhor se ajusta aos nossos padrões de economia integrada nos fluxos mais dinâmicos da globalização contemporânea.

3. Reforma no modo de ação do Estado
O fazer política, no Brasil, tornou-se um modo de vida, quando não uma atividade rendosa. Os meios parecem ter se substituído aos fins e quase toda a máquina pública, em especial o legislativo e o judiciário, converteram-se em redomas privilegiadas de altos salários e de baixa produtividade. A reforma política contemplará a redução dos gastos e a mudança na representação política para um sistema distrital misto.

4. A opção não é por um Estado mínimo e sim por um Estado que funcione
Uma reforma administrativa deve propor a extinção de ministérios e a atribuição de diversas funções a agências reguladoras. As PPPs constituem um paliativo e por isso se deve retomar a privatização de alguns órgãos públicos que são fontes de ineficiência e de corrupção, em vários setores. A estabilidade no serviço público poderia ser revista.

5. Contra a derrama fiscal: redução de impostos
Uma reforma econômica ampla trará diminuição da carga tributária e redução das despesas correntes do Estado. O Brasil já ultrapassou limites razoáveis de carga fiscal e isto se traduz no “desinvestimento” estatal e na baixa poupança e investimento. Uma série de reformas microeconômicas criará um ambiente favorável ao investimento produtivo, ao lucro e para diminuir a sonegação e a evasão tributárias.

6. Uma nova classe trabalhadora, livre da mão pesada do Estado
Para proteger os interesses daqueles que ainda não estão incorporados ao mercado formal de trabalho, se propõe uma reforma trabalhista, com flexibilização da legislação laboral, dando maior espaço às negociações diretas entre as partes, a eliminação do imposto sindical e a extinção da Justiça do Trabalho, que é uma fonte de criação de conflitos, substituindo seus pesados procedimentos pela via arbitral.

7. O Brasil é globalizado e favorável à globalização
O Brasil se posiciona resolutamente em favor da globalização, que tem retirado milhões de chineses e indianos de uma miséria ancestral.

8. No plano externo, a defesa exclusiva dos interesses nacionais
No contexto internacional, posições de princípio e “aliados estratégicos” devem ser avaliados em função dos interesses nacionais, não como resultado de afinidades ideológicas. Determinados objetivos, como a integração regional, não devem ser vistos como um fim em si mesmo, mas como um meio para se atingir objetivos nacionalmente desejáveis, que são o progresso e a prosperidade da nação. A liderança, por sua vez, decorre do acúmulo de substrato material – financeiro e tecnológico, sobretudo – para o cumprimento de missões externas que sejam solicitadas pelos vizinhos ou pela comunidade internacional, e não deriva da vontade unilateral de proclamá-la.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Tem Bom Ânimo e Esforça-te.






Deus disse estas palavras para o grande Josué, pois provavelmente Josué estava vivendo um dos momentos mais difíceis de sua vida.
Ele viveu a maior parte da sua vida ao lado de Moisés, quando DEUS
mandou Moisés ir ao Egito para retirar o seu povo de lá, livrá-lo daquela escravidão que durava pouco mais de quatro séculos. Josué era ainda muito jovem e viveu dezenas de anos ao lado daquele homem manso, amoroso, paciente chamado Moisés. Ele estava acostumado a recorrer ao seu líder sempre que encontrava algum problema mais sério.
Mas agora conforme diz a palavra de DEUS: “Moisés, meu servo, é morto;
levanta-te, pois, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu
dou aos filhos de Israel”. (Josué 01:02).
Eu particularmente consigo imaginar o que se passava pela cabeça de Josué, ele tinha que conduzir aquela massa humana até a terra prometida. A sua frente está um grande obstáculo, o rio Jordão transbordando com uma grande enchente. Ele deve ter pensado: “Como eu vou fazer para resolver este problema? Se pelo menos Moisés estivesse aqui, seria mais fácil”.

É onde DEUS entra e diz “Moisés está morto”, ou seja, não adianta mais pensar nele, agora é você e eu. É você quem tem que conduzir este povo. Se você confiar em mim, eu te ajudarei “como fui com Moisés, serei contigo; não te deixarei nem te desampararei”. (Josué 01:05)

Ele só precisava ser esforçado porque DEUS não ajuda a quem não trabalha. Ele precisava também ter bom ânimo, ou seja, mesmo diante das piores situações, ele teria que acreditar na vitória, “Tão somente esforça-te e tem bom ânimo para teres o cuidado de fazer conforme toda palavra que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies nem para direita nem para a esquerda, para que prudentemente te conduzas por onde quer que andares”. (Josué 01:07)

Percebemos que de Moisés ele só precisava levar os ensinamentos, os exemplos de fé e a coragem e assim, o SENHOR DEUS o ajudaria a conquistar todas as promessas.

Você pode estar perguntando “mas por que esta palavra”?
Porque estamos começando um novo ano e muitas pessoas vão ficar pensando no ano que passou. Mas como DEUS disse para Josué “Moisés é morto” Ele diz para você: “Esqueça os traumas que você possa ter sofrido no ano passado. O ano já acabou. O que foi, foi! O que não foi, não será”. Vamos viver o novo ano na fé em JESUS, confiante que como o SENHOR foi com Josué Ele é conosco também.

Coloque o SENHOR JESUS como centro da tua vida e Ele vai te ajudar a realizar todos os teus sonhos neste novo ano. Afinal como dizem “quem vive de passado é museu”. Á você, a palavra de DEUS diz: “assim que, se alguém está em CRISTO, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (II Coríntios 05:17). Tome posse desta palavra.

terça-feira, 14 de junho de 2011

EDIFIQUE SUA CASA COM FIRMEZA!




“E há de ser que, se ouvires tudo o que eu te mandar, e andares pelos meus caminhos, e fizeres o que é reto aos meus olhos, guardando os meus estatutos e os meus mandamentos, como fez Davi, meu servo, eu serei contigo, e te edificarei uma casa firme, como edifiquei a Davi, e te darei Israel.” I Rs 11:38

Nós não estamos aqui para dizer que Davi foi o maior exemplo de pai ou de marido, porém a bíblia nos conta que apesar de seus erros, Davi era um homem com o coração segundo o coração de Deus, pois ele aprendeu com seus erros e viu que a conseqüência deles pode ser terrível, no livro de Salmos, por exemplo, podemos ver por várias vezes Davi se arrependendo dos seus erros e pedindo perdão a Deus. Esse texto mostra que apesar das turbulências familiares de Davi, Deus edificou uma casa firme em Davi, prova disso é que da geração de Davi virá o nosso Salvador. “Eu sou a Raiz e a Geração de Davi, a resplandecente Estrela da manhã.” Ap 22:16
Deus vai mostrar nesse estudo que deu capacidade para as pessoas de escolher serem; arquitetos, engenheiros de Deus ou simples demolidores.
É bom lembrarmos que Deus não escolhe os capacitados mais capacita seus escolhidos.
Veja esse exemplo: Ex 35:30-35 Deus capacitou esses homens a fazerem todo tipo de obra, em todo artifício até capacidade de criar invenções.
Veja outro exemplo: I Co 3:9-13 O nosso fundamento dessa construção ou seja a base é Jesus Cristo, é onde a construção começa, sem Jesus não há edificação, toda construção como acabamos de ler um dia vai ser provada, a construção que não tiver Jesus como base vai ruir com certeza. Vamos aprender a construir? Hoje Deus esta capacitando engenheiros e arquitetos Dele aqui!!!
Jesus é o alicerce, o verbo de Deus, ou seja, temos que ouvir e praticar!!!
Base ou Alicerce: Tudo começa na base, ou seja, no fundamento, Jesus é o nosso fundamento a nossa rocha, não existe outro fundamento. I Sm 2:2

Ter Jesus como fundamento é ouvir e praticar a sua palavra ao contrário, não adianta freqüentar a igreja e até ouvir a palavra mais não praticar, não adianta, pois a oração sem a prática, tudo desabará. Mt 7:24-27 Oração = Orar + Ação

Deus é onisciente, onipotente, onipresente, seus olhos estão em todos os lugares, adianta orar e jejuar se andamos em trevas? Gn 18:20-21/I João 1:6-10
Jesus disse: “Mas o que ouve e não pratica é semelhante ao homem que edificou uma casa sobre terra, sem alicerces, na qual bateu com ímpeto a corrente, e logo caiu; e foi grande a ruína daquela casa”. Lc 6:49
CONCLUSÃO: TER JESUS COMO ALICERCE, NÃO É DIZER
SIMPLESMENTE TENHO JESUS E SIM OUVIR E PRATICAR A SUA PALAVRA!!!
Como precisamos ouvir e praticar a palavra para edificar o nosso lar, nós vamos ouvir as dez coisas necessárias para se edificar a casa. Primeiro vamos aprender as três primeiras coisas que cabem ao arquiteto fazer e depois, aprenderemos as sete coisas que cabem ao engenheiro.

ARQUITETO

Um arquiteto (ou arquitecto, segundo a grafia européia) é o profissional responsável pelo projeto, supervisão e execução de obras de arquitetura.
VAMOS VER AS 3 PARTES QUE CABEM AO ARQUITETO FAZER:
1º Projetar - Sem projetos ou as coisas não acontecem, ou quando acontecem são mal feitas. Is 32:8 “Mas o nobre projeta coisas nobres e, pela nobreza, está em pé.
*Temos que determinar, sonhar, profetizar o que ainda não aconteceu. Jó 22:28
*Não podemos planejar só a nossa vontade, a vontade de Deus vem primeiro. Pv 16:1

2º Supervisionar - Deus nos supervisiona 24 hs por dia porque somos seus projetos, obra sua. Pv 15:3
*Devemos supervisionar nosso projetos, ou seja vigiar, assim como Deus. Mt 26:40-41

3º Executar - A obra executada vale mais do que um desenho um projeto, em outras palavras o testemunho vale muito mais do que muitas palavras. Pv 24:27
*Você homem, mulher de Deus terá valor, através das suas atitudes. Dt 28:1-13
*Sigamos o exemplo de Cristo. Fp 2:1-11

VAMOS VER AS COISAS QUE CABEM AO ENGENHEIRO ACOMPANHAR:
Engenharia é a atividade em que os conhecimentos técnicos e a experiência prática são aplicados para exploração de recursos para o projeto e construção. O engenheiro além de construtor, ele é o detalhista da obra observando e calculando cada detalhe. Tg 1:4
As 7 coisas necessárias para se construir:
1º coluna - Jesus é a coluna da igreja de Deus a principal pedra de esquina, pois só ele é capaz de suportar o peso da mesma, sem Jesus a igreja ruiria pois não agüentaria o peso. Ef 2:20 Nós somos a coluna espiritual da nossa casa, temos que com a ajuda de Jesus principal coluna, suportar o peso com jejum e oração.
2º paredes - Nós temos que saber fazer separação das coisas da alma e das coisas do espírito. Hb 4:12 A palavra é a parede que separa a nossa vontade (alma) da vontade de Deus (espírito). Rm 8:16
3º muros - É o que protege a nossa casa de invasões do inimigo. Ez 42:20 O mundo não pode entrar na tua casa, a tua casa tem que ser mais uma habitação de Deus, o mundo tem que ficar pra fora. 1Jo 5:19
4º porta – É o meio de entrada e saída de tudo. Ap 3:20 O que tem entrado na tua casa?
5º telhado – é a proteção que esta acima de você (Deus), que te protege da tempestade, chuvas e ventos. Is 32:1-2 /Tg 1:17
6º acabamento – É o que vai dar a beleza à casa. Sl 96:9 / Hb 12:14
7º Cuidado contínuo - O engenheiro espiritual é um reparador de brechas. I Tm 5:8 /Is 58:9-12

Que Deus abençoe o seu lar e que você edifique sua casa com firmeza!

terça-feira, 7 de junho de 2011



Cultura Bíblica x Cultura das Igrejas


A capacidade de produzir cultura é uma das coisas que torna a humanidade diferente de todo restante da criação. Um povo sem cultura certamente será uma civilização sem história. De forma resumida, a cultura de uma nação é construída através das experiências vivenciadas nas formas de pensamentos, hábitos, comportamentos, linguagens, artes, e organizações sociais. Portanto, se é certo afirmar que, cultura é o resultado das manifestações e experiências vividas por uma comunidade, logo a Igreja como um fenômeno histórico também desenvolveria sua própria cultura.
Deste modo, inconscientemente um cristão sempre estará envolvido no mínimo com três formas de culturas: (1) Social, (2) Igreja-instituição (3) Reino de Deus.
Na cultura brasileira, certamente encontraremos elementos positivos, como por exemplo – culinária, arte, música, e festas que são marcas caracteristicas do nosso povo. Porém, misturada ainda à cultura nacional estão infelizmente agregados inúmeros elementos negativos, como a passividade diante da corrupção, paganismo, idolatria, ou carnaval que são expressões características de nossa cultura, mas que efetivamente contradiz a cultura do Reino de Deus.
Ainda refletindo sobre as possíveis formas de culturas, quando nos propomos a conhecer as culturas ou subculturas denominacionais, descobrimos que são infinitas as formas de linguagem, vestimentas, ou liturgias expressadas por inúmeros segmentos dentro do meio evangélico. O objetivo não é criticar ou valorizar as subculturas da igreja, mas elucidar que elas não podem ser comparadas com a cultura do Reino de Deus. O lamento característico por parte daqueles que conseguem fazer distinção entre a cultura do Reino de Deus e as subculturas das igrejas é perceber que muitos cristãos valorizam mais suas culturas locais (gerando divisão e preconceito), do que a própria cultura do evangelho do Reino de Deus.
Quanto prejuízo já foi provocado por causa de questões relacionado à vestimenta, linguagem, liturgia, ou comportamento estritamente cultural? Conheço inúmeras pessoas que estão fora da igreja porque foram envergonhadas, excluídas e abandonadas por causa da roupa que vestia ou linguagem que falava. São inúmeros os problemas desta natureza. È óbvio que toda igreja desenvolverá sua própria cultura no contexto histórico, mas pessoalmente prefiro o modelo cultural do Reino de Deus ensinado por Cristo Jesus. De modo que, acho extremamente válido citar no mínimo dois elementos da cultura do Reino de Deus, para uma melhor compreensão:
(1) Linguagem. Tanto a linguagem objetiva como a subjetiva expressada por Cristo, promoviam o bem comum de todos os homens, ao mesmo tempo, que denunciava o ódio, a violência e a discriminação em todos os níveis. Com isto, Deus estava estabelecendo através de Cristo a linguagem universal, contida dentro da cultura do Reino dos céus – a linguagem do amor.
Essa linguagem quando adotada como cultura por qualquer individuo, pode subjugar e aniquilar a linguagem da morte, da injustiça e do sofrimento.
Quem não conhece a linguagem do amor? Assim, todo discípulo do Reino de Deus, teria acesso a tudo e a todos, porque a linguagem do amor destruiria as barreiras, descomplicaria a vida e restabeleceria os vínculos humanos.
(2) Relacionamento. Ainda, dentro da cultura do Reino de Deus, encontramos nos evangelhos o modelo de relacionamento ideal e desafiador para um mundo hostil, onde predomina a lei do cão. Os conflitos, guerras e hostilidades comuns na história da humanidade seriam substancialmente eliminados, caso a cultura relacional do Reino de Deus fosse respeitada e praticada – “ Mas não sereis vós assim; antes o maior entre vós seja como o menor; e quem governa como quem serve.” Lc 22. 26
Seria impossível não estabelecer vínculos relacionais verdadeiros e duradouros, partindo da cultura de considerar o próximo com maior significado e importância.
Poderíamos citar outras expressões culturais do Reino de Deus, como por exemplo – comportamento ético, formas de pensamento, e outras, mas apenas com a reflexão acima nas duas formas culturais existentes no Reino de Deus (linguagem e relacionamento), já é possível observar a disparidade existente entre a cultura do Reino, quando comparada a qualquer outra forma de cultura.
Estou persuadido de que, quando os cristãos começaram a conhecer e a valorizar a cultura do Reino de Deus, as subculturas denominacionais não deixarão de existir, mas serão conhecidas apenas como uma simples expressão histórica secundária característica da igreja local. E assim, o mundo poderá conhecer não a subcultura local da igreja (muitas vezes cheia de defeitos ou preconceitos), mas descobrirá a grandiosidade da cultura do Reino de Deus, cheia de amor, dignidade e igualdade.

sábado, 21 de maio de 2011

FALAR EM PÚBLICO – Comunicação, Motivação e Sucesso: Pequenos Segredos.



Reveja o mito de que a arte de falar em público é um dom nato
Não se pode negar que algumas pessoas nasceram com o atributo da eloqüência eficaz. Em geral são pessoas carismáticas, persuasivas e envolventes. Mas são casos raros. Se a maioria quiser comunicar-se bem, deverá buscar subsídios nos treinamentos e dedicar muito esforço pessoal para administrar os medos, traçar objetivos e estratégias, buscar conhecimentos e treinamentos que desenvolvem e aprimoram essa arte.
Não se engane pensando que só os seres privilegiados terão uma atuação inteligente com seus interlocutores. É uma desculpa fácil para quem não quer enxergar que somos responsáveis pelas nossas crenças e mitos, e cabe a nós decidir se queremos ou não realizar nossos sonhos. Muda-se a crença, muda o caminho e muda o resultado. Muda o homem!
Trabalhe o medo conscientemente
É um engano imaginar que se pode eliminar totalmente o medo. Ele é fundamental para a sobrevivência, ao evitar a displicência e o relaxamento em demasia. Mas se ele conseguir impedir as suas ações durante uma apresentação, preocupe-se. Lembre-se de que não existe medo de falar em público, mas vários medos interagindo, como o de errar, de ser o centro das atenções, de ser questionado e outros tantos específicos de cada comunicador. Identificar as causas e criar um plano de ação facilita a administração racional do medo, tornando mais eficaz a comunicação. 
Administre as tensões e os medos antes de uma apresentação
- Prepare-se mental e fisicamente
- Ensaie
- Pratique, pratique e pratique, porque só a prática conduz à perfeição.
Não tenha medo do silêncio
Antes de planejar e organizar uma palestra, aula ou reunião há um estágio que muitas vezes queremos ignorar. É aquele espaço tão rico, de reflexão e silêncio que nos possibilita pensamentos mais consistentes e resultados mais equilibrados. Como vivemos envolvidos por palavras, sons e movimentos, o silêncio parece insuportável. Falando ou em silêncio, a comunicação está sempre presente.
O silêncio funciona como um sensível toque de recolher, quando o ser humano tem a chance de se conhecer realmente. É em silêncio que o homem tem a dimensão de seu valor e revela sua verdadeira imagem.
Aprender a linguagem do silêncio nos dá as ferramentas para lidar melhor com nossas emoções e efetivar uma interação mais profunda com a platéia.
Não comece uma apresentação sem aquecimento
O que é o aquecimento para quem vai apresentar-se em público?
- É fazer pelo menos vinte minutos de exercícios de dicção e articulação, e de relaxamento para os músculos da face e da região do pescoço.
- É repassar mentalmente o roteiro, reforçando a introdução e o encerramento.
- É concentrar-se para começar bem o trabalho.
O aquecimento do comunicador deve ser tanto físico quanto mental.
Faça um acordo com a platéia
Quando essa técnica for pertinente, pergunte aos espectadores o que esperam da apresentação. No flip chart, anote o que eles querem e não querem receber. Apresente o seu programa original e diga que, sempre que possível, vai inserir os pontos levantados. Assim se criará uma cumplicidade com a platéia, que passará a contribuir para a melhor interação durante a apresentação. No final, pergunte novamente aos presentes se eles estão satisfeitos com o que receberam. Assim você demonstra o seu interesse de democratizar a apresentação, inserindo-os no processo. 
Mantenha contato visual com a platéia
Essa é uma maneira de prender o interesse da platéia, além de transmitir confiança e segurança. É o elo entre apresentador e participante, através do qual muitos dados e intenções são transmitidos. O contato visual é um importante canal de identificação da personalidade do profissional.
Crie um clima propício para aprendizagem
Para os profissionais que falam em público, trabalhar o ambiente de atuação é fundamental para a boa comunicação. Algumas orientações para melhorar o desempenho:
- As teorias modernas destacam a importância da integração no processo de aprendizagem. As contribuições  dos participantes são fundamentais para que novos conceitos sejam apreendidos. Deixe claro, logo de início, que você está aberto ao diálogo. Transmita a idéia de que vão trabalhar juntos numa mesma proposta. Não seja apenas simpático, crie empatia, ponha-se no lugar da platéia, respeite suas crenças e seus valores. Aprender a lidar com as diferenças fará de você uma pessoa mais flexível.
- Demonstre que, para você, ensinar é uma paixão, uma missão prazerosa. Se os participantes perceberem isso, o interesse aumentará e as pessoas se sentirão à vontade para questioná-lo, porque querem conhecer a sua resposta.
- Não se desvie do assunto. Tudo o que for apresentado deve fazer parte do universo de seu público.
- Não prossiga a apresentação se notar que algo não ficou claro. Isso pode comprometer a qualidade.
Harmonize o conteúdo e a forma da mensagem
As pesquisas demonstram que nas comunicações há uma necessidade emergencial do equilíbrio entre aquilo que se diz e a maneira de dizer. Se houver incoerência entre palavras, voz e atitudes corporais, a platéia tende a confiar mais.
- no corpo (expressões faciais, gestos, movimentos) — 55%
- na voz (inflexões, tom, intensidade, ritmo, ênfase, volume) — 38%
- nas palavras — 7%
A maneira como veiculamos a mensagem à platéia é tão importante quanto o próprio conteúdo da mesma. Não basta preocupar-se só com as palavras. É preciso melhorar a forma (a linguagem corporal e vocal) de transmitir as idéias para uma comunicação equilibrada, fluente e segura.
Seja simples e natural
Lembre-se de que sua platéia quer se comunicar com você, por isso ela está ali, e cabe a você facilitar o processo. A comunicação, quando eficaz, se dá através de atos simples e naturais, resultados de muito tempo de treino e observação. Que atos são esses que demonstram simplicidade e naturalidade? Não há regra para identificá-los. Eles se manifestam naqueles momentos em que a comunicação flui e a leveza do ambiente é favorável à troca. A simplicidade e a naturalidade estão presentes quando identificamos e afastamos os obstáculos que interferem na comunicação.
Não se poupe
Os seres humanos, quando se encontram verdadeiramente, têm uma química irresistível. Em suas apresentações, procure estar presente integralmente, o tempo todo. Invista nas relações interpessoais, dê o melhor de si e busque o que o grupo tem de melhor. Chegue para valer. Energia atrai energia!
Tente por todos os meios transmitir as informações de maneira democrática, lúdica e motivadora. Esteja presente com seu coração, seu corpo, sua mente e sua alma. Não dê motivos para a platéia questionar sua autoridade sobre o assunto e muito menos o seu profissionalismo. Esteja presente com inteligência e sensibilidade. Seja criativo, humano e empático.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

O Corpo de Cristo...



O pão repartido na ceia representa a comunhão que os cristãos possuem com Cristo. O cálice e o pão foram instituídos em memória de Cristo, porém, cada cristão é uma memória viva daquilo que Deus realizou. Os cristãos são superiores aos cerimoniais instituídos por Cristo, pois Cristo é a cabeça da igreja ( Ef 5:23 ).

Cada cristão constitui o corpo de Cristo, ou melhor, o corpo de Cristo é constituído de pessoas que professam a Cristo segundo as Escrituras.
Quando Jesus partiu o pão, disse: “Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim” ( 1Co 11:24 ), ou seja, demonstrou por meio do pão que o seu corpo seria ‘partido’ entre os seus seguidores. Assim como cada discípulo estava com um pedaço do pão que fora partido, cada um deles em particular constituiria o corpo de Cristo.
O pão que foi partido por Cristo simbolizava o seu corpo, e todos que se alimentam de Cristo viverá por Ele, tornando-se o seu corpo ( Gl 2:20 ; Jo 6:57 ). Assim como cada pedaço do pão que estava nas mãos dos discípulos fazia parte do mesmo pão, cada um daqueles que crêem em Cristo faz parte do mesmo corpo. Cada um que tomar e comer da sua carne, constitui o seu corpo ( Jo 6:51 ; Jo 6:53 ).
É um erro entender que Jesus estava indicando o sacrifício do seu corpo quando disse: “isto é o meu corpo que é partido (entregue) por vós” ( 1Co 11:24 ), pois, neste evento Jesus estava tratando especificamente da constituição do seu corpo, como se organizaria a sua igreja. O corpo de Cristo seria cada um dos seus discípulos, ou seja.
Para fazer parte do corpo de Cristo é necessário comer da sua carne e beber do seu sangue. Como comer e beber de Cristo? Ora, qualquer que ouve e aprende de Deus come e bebe de Cristo (compare Jo 6:45 com Jo 6:51 e Is 55:2 e 3).
Todo aquele que ouviu e aprendeu de Deus ( Is 54:13 ), come e bebe o que é bom ( Is 55:3 ; Jo 6:45 ).
Com base no que Jesus anunciou na noite que partiu o pão ( 1Co 11:24 ), o apóstolo Paulo declarou: “Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão” ( 1Co 10:17 ).
O apóstolo demonstra que há muitos cristãos “Porque nós, sendo muitos…”, porém, todos são ‘um só pão e um só corpo’. Por que um só pão e um só corpo? Porque ao crer na ‘mensagem do evangelho’ todos os cristãos tornaram-se participantes do mesmo ‘pão’.
Ora, ser ‘participante do pão’ não é o mesmo que ‘participar do pão e do beber do cálice anunciando a morte do Senhor’. Ser participante do pão é comer da carne e beber do sangue de Cristo, ou seja, crer na mensagem do evangelho ( Jo 6:35 ).
Ora, é impossível ser participante do pão (corpo de Cristo) indignamente, porém, é possível ‘anunciar a morte do Senhor’ indignamente ( 1Co 11:26 com 1Co 11:29 ).
Conclui-se que cada cristão é o corpo de Cristo, ou seja, individualmente cada cristão é membro deste corpo ( 1Co 12:27 ). Por quê? Por que cada cristão foi batizado em um só Espírito, formando um só corpo: judeus, gregos, servos e livres. Todos beberam de um só Espírito ( 1Co 12:13 ).
Quando foram batizados e beberam de um só Espírito? Quando creram em Cristo segundo as Escrituras.
Como corpo de Cristo, cada cristão deve compreender que é superior as ordenanças (representação): cerimonial da ceia ou do batismo em águas.
Com relação a ceia do Senhor, cada cristãos deve ter em mente que, individualmente é membro do corpo de Cristo, porque é o pão, o corpo de Cristo ( 1Co 10:17 ). Cônscio desta verdade, o apóstolo Paulo argumenta: “Não é o cálice de bênção, que abençoamos, a comunhão do sangue de Cristo? E não é o pão que partimos a comunhão do corpo de Cristo?” ( 1Co 10:16 ).
Cada cristão deve compreender que o cálice da ceia distribuído nas reuniões solenes é abençoado por aqueles em comunhão do sangue de Cristo. O cálice de bênção é abençoado pelos cristãos, ou seja, o cálice somente representa o que se efetivou na vida dos cristãos.
O pão repartido na ceia representa a comunhão que os cristãos possuem com Cristo. O cálice e o pão foram instituídos em memória de Cristo, porém, cada cristão é uma memória viva daquilo que Deus realizou. Os cristãos são superiores aos cerimoniais instituídos por Cristo, pois Cristo é a cabeça da igreja ( Ef 5:23 ).
Há um só corpo e um só Espírito, e todos que creram tornaram-se participantes deste corpo ( Ef 4:4 ). Há um só Senhor, uma só fé (evangelho) e um só batismo ( Ef 4:5 ). De que batismo Paulo faz referência aos cristãos em Éfeso? Batismo em águas? Não! Ele aponta para o batismo na morte de Cristo, quando o homem torna-se o pão e o corpo ( Rm 6:4 ; 1Co 10:17 ).
Há um só evangelho (fé), da mesma forma que há um só batismo, ou seja, um só batismo na morte, pois todos que morreram com Cristo ressurgiram para uma viva esperança ( Cl 2:12 ). Ora, se alguém já ressuscitou com Cristo, jamais será batizado na morte de Cristo outra vez, porque foi batizado em um só corpo “…todos nós somos batizados em um corpo…” ( 1Co 12:13 ; Ef 4:5 ).
Por não compreender a extensão do que é ser o corpo de Cristo, muitos acreditam que as ordenanças do batismo e da ceia do Senhor são sagradas. Ora, o que é sagrado é o corpo de Cristo, pois assim demonstrou o apóstolo Paulo: “… pois o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado” ( 1Co 3:17 ).
Assim como o sábado da Antiga Aliança, as ordenanças da Nova Aliança foram estabelecidas por Cristo em função dos cristãos, e não os cristãos em função das ordenanças ( Mc 2:27 ). A ceia foi instituída em memória de Cristo, pois todas as vezes que beber e comer em memória de Cristo, os cristãos anunciam a morte de Cristo.
A realização das ordenanças não transmite bênçãos ou concede graça. Nada há de miraculoso ou misterioso. Porém, algumas instituições acabam por ‘institucionalizar’ as ordenanças de Cristo, conferindo valor diverso daquele que Cristo deixou.
Transformar as ordenanças de Cristo em praticas ritualísticas e formalistas é distorcer a idéia bíblica. Crer que o batismo cristão é a imersão ou aspersão de água não é o mesmo que crer que o cristão é batizado na morte de Cristo, no momento que crê na mensagem do evangelho ( Cl 2:12 ; Rm 6:4 ).
Todos os cristãos devem estar esclarecidos que ingressaram no corpo de Cristo quando creram na mensagem do evangelho. Quando creram foram batizados ( 1Co 12:13 ), e tornaram-se um só pão e um só corpo ( 1Co 10:17 ), pois beberam do sangue e comeram do corpo de Cristo ( Jo 6:56 ).
Quando come a carne e bebe o sangue de Cristo, o cristão é sepultado com Ele, ou seja, é batizado na morte de Cristo, e, depois, é submetido ao batismo em águas.
Primeiro o cristão come da carne e bebe do sangue de Cristo, e, depois anuncia a morte do Senhor através da ceia.
Evidenciar a verdade do evangelho é essencial aos cristãos para que não sejam levados pela astucia de homens que induzem ao erro ( Ef 4:14 ).

terça-feira, 19 de abril de 2011

"Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós..."



A morte de Jesus na cruz do Calvário é a prova do eterno, imutável e inescrutável amor de Deus por um mundo perdido – por cada um de nós! O sangue derramado de Jesus é a garantia do amor de Deus para com as pessoas sobrecarregadas de culpa e distantes dEle: "Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores" (Romanos 5.8).

O Senhor é amor em Si mesmo; amor é uma característica do Seu ser. Por isso Ele não pode separar-se do Seu amor. Esse amor começou quando Deus começou – e Ele não tem começo nem fim. Alguém o formulou desta maneira: "Deus é o que é, principalmente por Seu amor." O próprio Senhor diz: "Com amor eterno eu te amei" (Jeremias 31.3). Portanto, não há uma só pessoa vivendo sobre a face da terra que não seja amada por Deus.

O amor que Ele tem por nós não é um amor volúvel e inconstante, mas um amor eterno. Quando você abre seus olhos pela manhã e quando os fecha ao dormir, seu primeiro e seu último pensamento devem ser: "Sou aceito por Deus e amado por Ele com amor eterno!"

Romanos 8.38-39 nos mostra toda a abrangência e a grandeza desse amor: "Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor".

terça-feira, 5 de abril de 2011

Tsunami: "A Profecia"

 

“Algumas pessoas querem saber como é o inferno. Bem, eu acho que se pode imaginar como ele seja pelo que se vê por aqui”.


Keith Lambert, voluntário inglês em Phuket, na Tailândia.
Revista Veja – 13/0

“Lembrai-vos que eu sou o Deus, e não há outro semelhante a mim;
que desde o princípio anuncio o que há de acontecer”.
(Isaías 46:9)

Parecia apenas mais um dia ensolarado em Phi Phi, uma minúscula ilha localizada na Tailândia. Turistas de vários países aproveitavam o fim de ano, num cenário de areias brancas e constante céu azul.
Tudo acontecia como de costume quando, inexplicavelmente, as ondas recuaram ao interior do Oceano. Apesar do espanto, muitas pessoas correram em direção ao mar, a fim de coletar os peixes deixados na areia.
Numa questão de segundos, o inesperado aconteceu: uma gigantesca parede azul de mais de 10 metros de altura, avançava em direção aos banhistas, na impressionante velocidade de 800 km/h. O desastre que chocaria o mundo todo estava apenas começando.
“Vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares; porém, tudo isto é o princípio das dores”.
(Mateus 24:6-8)
O fenômeno conhecido como tsunami – palavra de origem japonesa que quer dizer onda gigante – devastou grande parte da Ásia e da África, trazendo luto não apenas aos 15 países destruídos como a todos os continentes da Terra.
“... e houve grande terremoto, como nunca tinha havido desde que há homens sobre a terra; tal foi este grande terremoto”.
(Apocalipse 16:18)
O tsunami é um terremoto no mar, um maremoto. As balsas de rocha sob o Oceano Índico se chocaram, e a água oceânica criou a onda tsunami.
Foi o mais intenso terremoto já visto pela raça humana, alcançando 9 graus na escala Richter. A tragédia do dia 26 de dezembro de 2004 foi a mais impressionante da história, segundo dados fornecidos pela ONU (Organização das Nações Unidas).
Para se ter uma idéia da grandiosidade do desastre, a energia total liberada pelo vento foi equivalente ao poder de destruição de 37 mil bombas atômicas de Hiroshima.
“Haverá sinais sobre a terra e angústia entre as nações por causa do bramido do mar e das ondas”.
(Lucas 21:25)
O número de mortos ainda é impreciso, mas, devido à densidade populacional altíssima e à grande leva de turistas nesta época do ano, estima-se que já são mais de 280 mil vítimas fatais.
“haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares”.
(Lucas 21:11)
Mais que o luto pelas centenas de milhares de vidas que tão rápida e repentinamente foram ceifadas, o mundo inteiro assiste com perplexidade a febre de epidemias e fome que assola as áreas atingidas pelo tsunami, sabendo que muitos outros milhares ainda perecerão.

“Assim, também, quando virdes acontecerem estas coisas, sabei que está próximo o Reino de Deus”.
(Lucas 21:31)

“VOLTAREI”!
Que promessa do nosso Senhor! Cristo fez essa afirmação, na semana de sua crucificação, declarando a importante verdade de que o Messias viria duas vezes à Terra.
A fé dos cristãos confronta várias religiões do mundo. Cada uma afirma seguir as revelações do deus ou dos deuses verdadeiros.
Algumas pessoas, ainda que bem intencionadas, insistem que os deuses de todas as religiões são simplesmente nomes diferentes do mesmo “ser” ou “força”.
Tal idéia é tão absurda como um homem declarar que todas as mulheres do mundo, não importa quais sejam seus nomes e identidades individuais, são uma e a mesma pessoa – e que cada uma delas é a sua esposa. Com certeza, a mulher com quem ele fosse casado não gostaria nada dessa “visão unificada”...
A profecia é o elemento ausente em todas as outras escrituras sagradas das religiões mundiais. Não é encontrada no Alcorão, nos Vedas hindus, no Bhagavad-Gita, no Livro de Mórmon, nos ditos de Buda... Em contraste, a profecia compreende 30 % da Bíblia, das quais a grande maioria já se cumpriu!

“Antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá.
Eu sou o Senhor e fora de mim não há salvador”.
(Isaías 43:10-11)
A tragédia do tsunami deveria, na verdade, apenas reforçar a fé do Povo de Deus!
A volta de Jesus está mais próxima do que se imagina!

QUANTO TEMPO NOS RESTA?
Jesus pode voltar agora – antes que eu termine esse artigo, ou antes de você terminar de lê-lo. Esse pensamento te traz alegria ou te enche de medo? A resposta honesta a essa pergunta só você pode dar. Peça orientação ao Espírito Santo para conhecer a vontade de Deus para sua vida.
Em outras palavras, façamos com que o cumprimento de tantas profecias nos sirva de influência motivadora na busca de uma vida santa e incentive nosso senso de urgência na propagação do Evangelho de Cristo.
“Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será”?
(Lucas 12:20)
Não se engane! A escolha real que encaramos todos os momentos é entre a vontade do homem, e a vontade de Deus.
Que a convicção do retorno eminente de nosso Salvador se torne nossa maior alegria e razão para a busca de santificação. Vigiemos, portanto, e oremos!

JESUS ESTÁ VOLTANDO!

quarta-feira, 30 de março de 2011

Casamento traz mudanças para o relacionamento...






Dividir responsabilidades e conviver com as manias do outro são só algumas características da nova fase

O amor pode ser lindo, pena que viver ao lado de uma pessoa especial não torne necessariamente as coisas mais fáceis. A boa notícia é que um pouco de jogo de cintura e maturidade resolvem boa parte dos problemas. Especialistas debatem as principais mudanças que o casamento traz e como lidar com cada uma delas.



Seu espaço agora é “nosso” espaço
Depois do casamento, em casa, o espaço deixa de ser “seu” para ser “nosso”. É hora de dividir o quarto, a TV e o banheiro. Essa é uma das mudanças mais significativas depois do “sim”, principalmente para os casais que nunca moraram juntos. “Viver a intimidade e preservar a individualidade é como brincar de gangorra. A manutenção do equilíbrio requer esforço das duas partes”, diz a psicoterapeuta Iracema Teixeira, que ainda ressalta: "A individualidade não deve ser confundida com individualismo".

Para casais que nunca moraram juntos, experiências de união – como viagens e finais de semana sob o mesmo teto – podem ser altamente benéficas, garante a psicoterapeuta Iara L. Camaratta Anton, autora do livro “O casal diante do espelho" (Editora Casa do Psicólogo). É uma forma de diluir aos poucos o impacto da divisão de espaço que chega com o casamento.

Divisão de tarefas é obrigação
Na vida a dois, “dividir” é um dos verbos chave que os casais devem conjugar – salvo exceções, mães e pais não estarão por perto para resolver os problemas da casa.

De acordo com a psicoterapeuta Iracema Teixeira, a negociação deve ser clara. “Se o casal quer realmente criar um projeto de convivência, é necessário dividir as tarefas e obrigações. Não cabe mais a ideia de que o homem ajuda na casa, pois ajudar significa não ter compromisso com as tarefas de gerenciamento doméstico”, diz.

Iracema sugere que as divisões sejam feitas com base em critérios, como: a) a divisão de despesas deve ser proporcional aos ganhos; b) a divisão das tarefas deve levar em conta tempo livre e um possível prazer que a pessoa possa ter fazendo aquilo; c) ambos devem ficar com a responsabilidade de manutenção, como tirar a mesa, colocar as roupas sujas no lugar certo, não deixar o banheiro molhado depois do banho, entre outros.

Convivência e dia a dia
Na época do namoro era mais difícil combinar as agendas. Agora, morando na mesma casa, por mais corrido que seja o dia, o encontro todas as noites é certo. A questão que muitos casais se colocam é: vai dar para sentir saudade assim?

Convivência é o maior desafio

Provavelmente não, mas isso pode ser compensado de alguma forma. Os especialistas estimulam os casais a exercerem suas atividades individuais, aquelas que faziam deles pessoas interessantes na época do namoro. “Não existe prazo de garantia nas relações e a qualquer momento o ‘produto pode ser devolvido’. Por isso, é preciso cuidar para mantê-la prazerosa”, diz Iracema.

Segundo o psicoterapeuta Eduardo Ferreira-Santos, autor do livro “Casamento: missão (quase) impossível” (Editora Claridade), outro ponto importante para amenizar a overdose de convivência é não perder o romantismo. “Os casais precisam abrir espaço para namorar, se possível, como nos tempos que em que eram apenas namorados”, diz o psicoterapeuta.

Brigas: Agora não dá mais para ir embora
Problemas fazem parte da rotina dos casais e os contratempos se revelam mais frequentes com a convivência estreita. Discutir sob o mesmo teto é algo que vai acontecer, o único cuidado, na observação de especialistas, é não fazer disso um hábito e, quando acontecer, tentar estabelecer limites e não cruzar a linha da ofensa. “Não agredir aos principais valores de um ou de outro", diz Iara L. Camaratta Anton.

Evitar o embate, no entando, não é o caminho. “É melhor brigar do que deixar essas conversas pendentes. Não raro esses assuntos se tornam infecções encapsuladas que mais tarde revelam-se impossíveis de serem curadas”, diz o psicólogo Ailton Amélio.

Aturar as manias do outro
Zapear os canais de TV nunca foi um problema. Mas agora, que o parceiro faz isso todos os dias, acaba irritando. “Aquilo que era tolerado na fase de namoro costuma não ser mais tão romântico assim”, descreve Ferreira-Santos. E a lista de motivos de discórdia no dia a dia é extensa: desde beber água gelada diretamente na garrafa até a demora no banho, tudo pede tolerância.

A pergunta é: por que não resolveram estas questões antes de se unirem? É verdade que o convívio revela mais de cada um, contudo, alguns acordos podem ser feitos previamente. Enquanto um está assistindo ao seu programa preferido, o outro não toca no controle remoto, por exemplo.

Proximidade com a nova família
Outra mudança que pode atrapalhar o relacionamento dos recém-casados é a nova família, um terceiro elemento no casamento. Ferreira-Santos dá a dica para que os parentes – especialmente do outro – não interfiram na vida a dois: “Há uma tendência enorme de interferência da família. É preciso muita maturidade e paciência para superar esta fase. Proponho que o casal faça um ‘contrato’ que contemple todas estas situações”, diz ele.

Para Iara, o marido “filhinho da mamãe” costuma virar alvo de disputa. "Cabe lembrar que esses conflitos não são unilaterais, são recíprocos, mulheres disputando os homens de suas vidas, filhos, maridos e pais”, diz a psicoterapeuta, que ainda completa: “É preciso um bom grau de autoestima e de amor pelo outro para não entrar nesse tipo de conflito”, garante.

P.S: - "Ficar com alguém não é difícil. Difícil mesmo é construir um bom relacionamento."
Verdade. Ficar é relativamente fácil, já que é só por aquele momento. Relacionamento é o dia a dia. É abrir mão de algumas coisas, ganhar outras. É a convivência. Convivência com os erros e defeitos do outro. É saber lidar com as diferenças. É enxergar no outro, apesar de todos os poréns, algo especial, é quando conseguimos ver qualidades no outro e elas estão acima dos defeitos. Para cada dupla funciona de uma maneira, mas tem que haver um equilíbrio. Tem que haver respeito, lealdade. Só amar não basta, mas sem amor não funciona. Relacionamento é construir todos os dias um pouco de uma estrutura que lhe faça bem. Que te faça querer ser alguém melhor. Não existe receita, mas é certo que ambos devem andar na mesma direção.